
10 jogos de Zelda para jogar antes do remake de Ocarina of Time
Com o remake de Ocarina of Time chegando ao Switch 2, o Canaltech listou 10 jogos da franquia Zelda que ajudam a entender a linha do tempo e a evolução da série antes da data de lançamento.
Por Théo Ramos · Repórter de Games
Por que correr pra jogar Zelda antes do remake
O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time chega ao Nintendo Switch 2 nesta semana, com lançamento confirmado para 5 de novembro — e quem só conhece a franquia pelos jogos recentes vai sentir a falta de contexto. Ocarina é tratado por boa parte da comunidade como o jogo mais bem avaliado da história, e entender por que passa por pegar pelo menos alguns dos títulos que vieram antes e depois dele.
A lista que o Canaltech recomenda
Foto: reprodução/maketecheasier.com
O site organizou dez jogos essenciais. Lá no início está The Legend of Zelda (1986), o NES original que estabeleceu as bases da série. A Link to the Past (1991) é o próximo marco, introduzindo as dimensões paralelas e a Master Sword que voltariam em praticamente toda a franquia depois.
Da era 3D e pós-Ocarina, entram The Wind Waker (2003), com seu mundo inundado e navegação entre ilhas, Twilight Princess (2006), mais sombrio e com a mecânica de transformação em lobo, e Skyward Sword (2011), que explica a origem da maldição que persegue Link e Zelda ao longo dos jogos.
No portátil, The Minish Cap (2004) brinca com redução de tamanho do personagem, e Link's Awakening (2019, remake do original de Game Boy) entrega uma aventura mais curta e focada em narrativa. A Link Between Worlds (2013) retoma o conceito de mundos paralelos com uma mecânica própria de atravessar paredes.
Fechando a lista, Breath of the Wild (2017) é apontado como o ponto de virada que reinventou o mundo aberto do gênero, e Hyrule Warriors: Age of Calamity (2020) — um spin-off de ação no estilo musou — conta a guerra que aconteceu cem anos antes dos eventos de Breath of the Wild.
O que isso diz sobre a comunidade
A lista reforça algo que quem acompanha a base de fãs de Zelda já sabe: a franquia não segue uma linha do tempo linear e óbvia, e cada jogo costuma reescrever ou complementar a mitologia dos anteriores. Isso é ótimo para quem gosta de teoria e detetive de lore, mas pode ser barreira de entrada para quem só quer saber "por onde eu começo". A dica prática, pensando no bolso: nem todos esses títulos estão disponíveis facilmente no Switch 2 — vale checar o que está no catálogo do Nintendo Switch Online antes de sair comprando versão física ou digital avulsa, para não pagar duas vezes pelo mesmo jogo.