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Mercado13 de set. de 2026, 15:43Atualizada em 14 de set. de 2026, 00:00

5 recursos do Apple Maps que faltam no Google Maps, líder do mercado

Mesmo com o Google Maps dominando o mercado global de mapas com fatia estimada entre 67% e 80%, o Apple Maps guarda pelo menos cinco funções exclusivas — de trilhas com dados de elevação a privacidade reforçada.

Por Otávio Meireles · Repórter de Mercado

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Cinco recursos que o líder de mercado não tem

O Google Maps segue como o aplicativo de navegação mais usado do mundo, com fatia de mercado estimada entre 67% e 80% e mais de 2 bilhões de usuários ativos mensais, segundo dados de mercado consolidados no setor. Mas o Apple Maps, lançado em 2012 — sete anos depois do rival, que estreou em 2005 —, já soma mais de 1 bilhão de usuários ativos e reúne pelo menos cinco recursos que não existem na versão do Google, segundo levantamento do Canaltech.

O que só o Apple Maps oferece

Foto: reprodução/electroiq.com

O primeiro é a imersão em detalhes 3D: o aplicativo da Apple traz visualização mais detalhada de relevo e chegou a incluir, em pontos específicos, locais de prova da Fórmula 1. O recurso Flyover, um tour virtual por cidades, existiu no app até ser removido em 2025.

O segundo é a presença de mapas topográficos e trilhas, com diferenças de relevo e altura marcadas — em parques nacionais dos Estados Unidos, o app chega a mostrar elevação e tempo estimado para concluir cada trilha, um recurso voltado a quem pratica trekking e não tem equivalente direto no Google Maps.

O terceiro é a integração com o Apple Watch: segundo o Canaltech, o Apple Maps é a opção mais completa para quem usa o relógio da Apple, com mais comandos de voz e feedback háptico durante a navegação do que o concorrente do Google.

O quarto recurso é a curadoria própria de destinos, com destaques de cidades no Brasil e no mundo que funcionam como guia de viagem dentro do próprio app — uma camada editorial que o Google Maps não replica da mesma forma.

Por fim, o quinto ponto é a privacidade: o histórico de navegação no Apple Maps não fica vinculado ao ID Apple do usuário, as rotas personalizadas são protegidas por criptografia, e a empresa afirma não compartilhar esses dados com terceiros.

Quem ganha com a disputa

No curto prazo, quem ganha é o usuário: a concorrência força as duas empresas a lançar recursos que a outra ainda não tem. Mas, em termos de mercado, o Google segue com folga na dianteira em volume de usuários — a briga da Apple não é por ultrapassar o rival em adoção global, e sim por reter e fidelizar quem já está dentro do ecossistema de iPhone e Apple Watch, oferecendo diferenciais que o app concorrente não cobre.

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