
Apple bate recordes com US$ 109,4 bilhões em receita puxada pelo iPhone 17
Balanço do terceiro trimestre fiscal, divulgado em 30 de julho, trouxe recordes de junho em receita total, iPhone, Mac e Serviços, com lucro de US$ 29,8 bilhões.
Por Redação tech & talk · Curadoria assistida por IA, revisão humana
A Apple divulgou em 30 de julho os resultados do terceiro trimestre fiscal de 2026, encerrado em 27 de junho, e superou as projeções de Wall Street. A receita chegou a US$ 109,4 bilhões, alta de 16% sobre o mesmo período do ano anterior — novo recorde da empresa para trimestres encerrados em junho, tradicionalmente os mais fracos de seu calendário fiscal.
iPhone cresce quase 22%
O destaque foi o iPhone: a receita da linha atingiu US$ 54,25 bilhões, avanço de 21,7% sobre os US$ 44,58 bilhões registrados no mesmo trimestre de 2025 — também um recorde para o período. Segundo a companhia, a demanda foi puxada pela família iPhone 17, lançada em setembro de 2025 e que segue sustentando o ritmo de vendas quase um ano depois da estreia.
Foto: reprodução/macrumors.com
Recordes também em Mac e Serviços
Mac e Serviços igualmente registraram receitas recordes para um trimestre de junho. A divisão de Serviços — que reúne App Store, iCloud, Apple Music e assinaturas — faturou US$ 30,7 bilhões, crescimento de 12% na comparação anual. Outro número simbólico: a base instalada de dispositivos ativos ultrapassou 2,5 bilhões de aparelhos, novo recorde histórico da companhia.
Lucro de quase US$ 30 bilhões
O lucro do trimestre foi de US$ 29,8 bilhões, com lucro por ação diluído de US$ 2,02 — crescimento de 29% sobre o ano anterior. Na leitura do AppleInsider, a Apple voltou a superar com folga o consenso dos analistas, repetindo o padrão de trimestres recentes em que as estimativas do mercado ficaram aquém do desempenho real da empresa.
Os números chegam em um momento estratégico do calendário da Apple: o trimestre de junho é o último antes da temporada de lançamento da nova geração de iPhones, tradicionalmente apresentada em setembro. Com a linha atual ainda crescendo em dois dígitos e a máquina de Serviços em expansão constante, a companhia entra na segunda metade do ano com vento a favor — e com a régua dos recordes cada vez mais alta para os próximos balanços.