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Gadgets03 de nov. de 2026, 08:56

Apple prepara três iPads novos para o primeiro semestre de 2027

Segundo o colunista Mark Gurman, da Bloomberg, a Apple vai renovar o iPad Air, o iPad básico e o iPad Pro entre janeiro e junho de 2027, meses depois do lançamento do iPad Mini com tela OLED.

Por Bruno Vilela · Repórter de Gadgets

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Depois do Mini OLED, é a vez do resto da família

A Apple nem terminou de comemorar o lançamento do iPad Mini com tela OLED, em outubro, e já tem três renovações na manga para o primeiro semestre de 2027. A informação é do colunista Mark Gurman, da Bloomberg, cuja fonte é consistentemente certeira sobre os planos da fabricante — e que mapeou separadamente o futuro do iPad Air, do iPad de entrada e do iPad Pro.

O que muda em cada modelo

O iPad Air deve repetir a receita que deu certo no Mini: trocar o LCD por uma tela OLED. A expectativa é de salto do chip M4 para o M5, mas sem grandes revoluções fora isso — a taxa de atualização de 60Hz e o Touch ID (em vez de Face ID) devem continuar os mesmos. É uma atualização de "vale a pena pelo brilho e contraste", não de recursos inéditos.

Já o iPad básico, sucessor do modelo de 11ª geração, ganharia o chip A19 com 8GB de RAM — memória suficiente, enfim, para rodar os recursos de Apple Intelligence sem engasgar. Esse é o tablet mais vendido da linha no Brasil, então qualquer ajuste de preço ou de especificação aqui pesa no bolso de mais gente.

O iPad Pro, por sua vez, foca em desempenho sustentado: a novidade é uma câmara de vapor para dissipar calor em tarefas pesadas e prolongadas, do tipo que trava o tablet depois de alguns minutos de uso intenso.

O que o Mini OLED já entregou

Para quem quer entender o que vem por aí, o iPad Mini lançado em outubro é a prévia. Ele trouxe tela OLED, bordas mais finas, design mais fino, certificação IP67 e o chip A20 Pro — o mesmo da linha iPhone 18 —, com desempenho que superou o iPad Pro M5 em alguns benchmarks.

Vale esperar?

Se o seu iPad atual já tem uns três ou quatro anos, a conta é simples: esperar até meados de 2027 significa ganhar tela OLED (no Air) ou mais memória para IA (no básico) sem pagar o preço de lançamento do Mini, que costuma chegar mais caro ao Brasil por conta de impostos e variação cambial. Quem já ia comprar um Pro agora, porém, não precisa recuar — a câmara de vapor resolve um problema de nicho (uso profissional pesado), não motivo suficiente para travar a decisão de compra.

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