
Baseus lança câmera de segurança com holofote que persegue intrusos
A PrimeSentinel U2 Pro tem um refletor motorizado que acompanha o movimento de quem invade a propriedade, além de armazenamento local de 512 GB e energia solar.
Por Bruno Vilela · Repórter de Gadgets
Luz que persegue quem invade
A Baseus, fabricante chinesa conhecida no Brasil por carregadores e cabos, mas que também vende uma linha de câmeras e sensores para casa inteligente, anunciou a PrimeSentinel U2 Pro Outdoor 3K Dual Camera. A diferença em relação às câmeras comuns — inclusive às anteriores da própria marca, que só gravavam e disparavam um alerta no celular — é um holofote motorizado que acende, aponta e acompanha o deslocamento de uma pessoa suspeita em tempo real, mesmo que ela corra pelo quintal.
Duas lentes de 3K fazem o trabalho pesado
O sistema combina uma lente fixa grande-angular de 3K com uma segunda câmera PTZ (que gira, inclina e dá zoom) também em 3K, cobrindo 360 graus do entorno. Sensores PIR duplos disparam o reconhecimento por IA, que diferencia pessoas, rostos, veículos e até animais de estimação — e, segundo a empresa, aprende a ignorar movimento irrelevante, como galho de árvore balançando no vento, pra não lotar o celular do usuário de notificação inútil. À noite, a visão colorida completa ajuda a identificar a cor de uma roupa ou de um carro parado na rua.
Armazenamento, bateria e instalação sem fio
Na prática, quem compra não depende de nuvem: há um cartão de 512 GB criptografado para gravação local. A bateria promete até 150 dias de autonomia, recarregada por um painel solar de 3 W que, segundo a Baseus, precisa de só 40 minutos de sol por dia pra manter o equipamento funcionando. A instalação é sem fio e leva cerca de dois minutos, com integração ao app da marca, Alexa e Google Home.
Vale o preço no Brasil?
A câmera chega aos Estados Unidos pela Amazon por US$ 269,99, com venda na Europa a partir de 15 de outubro por € 269,99 — a Baseus ainda não confirmou data nem preço para o Brasil. Convertendo o valor americano direto, sem imposto de importação, já dá quase R$ 1.500; com taxação de compra internacional, o custo real tende a ficar mais alto que o de concorrentes como Ring e Arlo vendidos localmente. O holofote que persegue é um diferencial real, mas antes de importar vale esperar a marca confirmar distribuição oficial por aqui — e, com ela, suporte em português e garantia local.