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Mercado08 de ago. de 2026, 01:38

Brasileiros perdem até R$ 600 por ano ao não trocar de plano de internet

Levantamento do comparador MelhorEscolha.com mostra que consumidores que mantêm o mesmo contrato de banda larga por anos pagam mais caro do que quem migra para novas ofertas. A diferença pode chegar a R$ 600 anuais.

Por Redação tech & talk · Curadoria assistida por IA, revisão humana

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Fidelidade ao plano antigo pode custar caro

Brasileiros que permanecem no mesmo plano de internet fixa por longos períodos podem estar pagando até R$ 600 a mais por ano em comparação a quem atualiza o contrato periodicamente. É o que aponta um levantamento do comparador MelhorEscolha.com, que analisou a evolução de preços de banda larga oferecidos por dez operadoras no Brasil.

Como foi feita a comparação

O estudo cruzou preços coletados em 2024 com valores praticados na mesma época em 2026, considerando planos de Vivo, Claro, Oi, Desktop, Brisanet, GigaMais, Ligga, MHNET, Vero e Blink. A faixa de mensalidades mais procurada pelos consumidores, segundo o levantamento, é a de até R$ 120.

Os números da queda de preços

De acordo com o comparador, um plano de 500 Mega custava entre R$ 109 e R$ 139 em 2024. Já em 2026, ofertas de velocidade equivalente ou superior — na faixa de 600 Mega — passaram a custar entre R$ 99 e R$ 129,90. Para planos de 1 Giga, o valor médio recuou de cerca de R$ 200 em 2024 para aproximadamente R$ 150 em 2026. O caso de maior variação identificado no levantamento foi o de um plano de 1 Giga que teria caído de R$ 500 para R$ 200 no período — uma redução expressiva que, segundo a análise, ilustra como contratos antigos podem ficar defasados frente às ofertas mais recentes do mercado.

Por que o consumidor paga mais parado

A lógica apontada pelo estudo é semelhante à observada em outros setores de assinatura: operadoras tendem a lançar promoções agressivas para atrair novos clientes, enquanto assinantes antigos permanecem nos valores contratados originalmente, sem reajuste automático para baixo. Sem uma ação ativa de renegociação ou troca de operadora, o consumidor não é beneficiado pela queda geral de preços do setor.

O que fazer para economizar

A recomendação, com base no levantamento, é que o consumidor pesquise periodicamente as ofertas disponíveis em sua região e compare com o valor que paga atualmente. Ferramentas de comparação por CEP, como a usada no próprio estudo, permitem verificar rapidamente se existem planos mais baratos ou com maior velocidade disponíveis no endereço do usuário, servindo de base para negociar com a operadora atual ou migrar de provedor.

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