
Carrefour começa a vender de smartphones a itens de mercearia na Amazon
O Carrefour passou a operar como vendedor independente na Amazon.com.br, levando mais de 1.300 produtos ao marketplace, de eletrodomésticos a itens de mercearia não perecíveis.
Por Redação tech & talk · Curadoria assistida por IA, revisão humana
Carrefour estreia como vendedor na Amazon Brasil
O Carrefour, parte do Grupo Carrefour Brasil, passou a vender produtos diretamente pelo marketplace da Amazon.com.br. A rede varejista entrou na plataforma como vendedor independente, responsável por toda a cadeia do negócio, do estoque ao pós-venda, com mais de 1.300 itens disponíveis.
O que está à venda

Foto: reprodução/superhiper.com.br
O catálogo inicial reúne eletrodomésticos, eletrônicos, smartphones e produtos de mercearia não perecíveis. Segundo dados divulgados pelas empresas, a categoria de eletrodomésticos concentra a maior fatia das vendas, com 72% do total, seguida por TV e vídeo (12%), eletrônicos (6%) e bazar e outros itens (10%).
Logística centralizada em Cajamar
Toda a operação logística da parceria está centralizada no centro de distribuição do Carrefour em Cajamar, na Grande São Paulo, de onde partem as entregas para clientes de todo o país. Compradores com assinatura Amazon Prime têm frete grátis em itens selecionados, além dos benefícios já oferecidos pelo programa, como Prime Video, Amazon Music e Luna Gaming.
O que dizem as empresas
A presidente da Amazon Brasil, Juliana Sztrajtman, afirmou que, ao levar produtos ao marketplace, varejistas como o Carrefour ganham "acesso imediato a uma infraestrutura de confiança e velocidade de entrega". Já o Chief Digital Officer do Carrefour, Aydes Marques, descreveu a parceria como "um avanço" na estratégia digital da companhia, que reforça a operação omnichannel do grupo.
Terceiro grande varejista do ano na Amazon
O Carrefour é o terceiro grande varejista brasileiro a ingressar no marketplace da Amazon em 2026, depois de Casas Bahia, em março, e Magazine Luiza, em junho. O movimento acontece em meio à expansão do e-commerce no país: segundo a ABComm, o setor cresceu 15% em 2025 e movimentou R$ 235 bilhões em receita.