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Mercado16 de ago. de 2026, 22:45

Como aproveitar ao máximo a autonomia elétrica de um híbrido plug-in

Recarregar com regularidade e escolher o modo certo em cada trajeto reduz o consumo de gasolina em carros PHEV, mostra exemplo do BYD King GS.

Por Marcos Silva · Repórter de plantão

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Bateria carregada é a base de tudo

Carros híbridos plug-in, os PHEV, combinam motor elétrico e motor a combustão. Recarregar a bateria com regularidade é a forma mais eficiente de reduzir o consumo de gasolina, segundo o Canaltech.

EV na cidade, HEV na estrada

Foto: reprodução/arevista.com.br

O modo EV usa só o motor elétrico. Funciona melhor em trajetos urbanos curtos, com velocidade reduzida e trânsito intenso.

O modo HEV liga os dois motores automaticamente. É recomendado para rodovias e viagens longas.

Frenagem regenerativa recupera energia perdida

Na cidade, antecipar paradas e acelerar de forma suave aproveita a frenagem regenerativa. O sistema devolve parte da energia cinética para a bateria a cada freada.

Na estrada, a bateria cheia poupa combustível

Em viagens de rodovia, o recomendado é sair com a bateria totalmente carregada. Ela ajuda o motor a combustão em acelerações, retomadas de velocidade e subidas — os momentos de maior consumo.

O exemplo prático: BYD King GS

O Canaltech cita o BYD King GS, com tecnologia DM-i e bateria Blade de 18,3 kWh. No ciclo PBEV do Inmetro, o carro roda até 78 km só no modo elétrico.

Reportagens independentes confirmam a ficha técnica: motor 1.5 a gasolina somado ao propulsor elétrico soma 235 cv, e a recarga em corrente alternada chega a 6,6 kW. Com os dois sistemas juntos, a autonomia total passa de 1.000 km.

Acelerar bruscamente custa caro

Pisar fundo no acelerador aumenta a demanda de energia. O consumo de combustível sobe mesmo com a bateria cheia — o oposto do que se busca num PHEV.

O que falta esclarecer

O Canaltech não detalha se os números de autonomia valem para todos os modelos PHEV vendidos no Brasil ou só para o BYD King GS testado. Cada fabricante calibra o sistema de forma diferente, e a autonomia elétrica muda conforme peso e aerodinâmica de cada carro.

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