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Mercado25 de ago. de 2026, 12:15

ESPN sobe preço de assinatura e dos bundles com Disney Plus em 17 de setembro

Plano Select com anúncios passa de US$ 12,99 para US$ 13,99 por mês, o ESPN Unlimited vai a US$ 31,99, e pacotes combinados com Disney Plus e Hulu também encarecem, um ano após o lançamento do app standalone.

Por Otávio Meireles · Repórter de Mercado

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US$ 1 a mais é o gatilho de setembro

A partir de 17 de setembro, a ESPN reajusta os dois planos do seu app direto ao consumidor. O ESPN Select, com anúncios, sobe de US$ 12,99 para US$ 13,99 por mês — alta de praticamente 8% — e o plano anual acompanha, de US$ 129,99 para US$ 139,99. Já o ESPN Unlimited, sem restrições de conteúdo, passa de US$ 29,99 para US$ 31,99 mensais, com a versão anual subindo US$ 20, para US$ 319,99. É o primeiro reajuste desde que o app standalone da ESPN estreou, em agosto de 2025.

O efeito cascata nos bundles com Disney Plus

O aumento não fica restrito à ESPN isolada. O pacote que combina Disney Plus e Hulu com anúncios mais ESPN Select sobe de US$ 19,99 para US$ 21,99 por mês. A versão premium, com Disney Plus e Hulu sem anúncios mais ESPN Select, vai de US$ 29,99 para US$ 32,99. E o chamado Legacy Bundle — Disney Plus sem anúncios combinado a Hulu e ESPN Select com anúncios, hoje fechado para novas assinaturas mas mantido para quem já assina — sobe de US$ 24,99 para US$ 27,99.

Quem é afetado e quando

A Disney definiu um corte temporal para blindar quem já era cliente: assinantes que entraram em algum bundle com ESPN Select antes de 20 de agosto de 2026 só verão o valor ajustado no primeiro ciclo de cobrança igual ou posterior a 17 de setembro. Ou seja, o consumidor tem uma pequena janela de preço antigo antes de a nova tabela valer para todos.

Por que agora

O timing não é acaso: a ESPN completou um ano de operação como serviço direto ao consumidor em 21 de agosto, e o reajuste chega junto com a temporada mais concorrida do calendário esportivo americano — NFL, futebol universitário, US Open de tênis e La Liga. Para a Disney, encarecer justamente quando a demanda por conteúdo esportivo ao vivo está no pico é a aposta de que a base de assinantes tem baixa elasticidade a preço nesse período. Quem paga a conta é o consumidor que já estava dentro do ecossistema Disney-ESPN-Hulu; quem ganha é a companhia, que consegue captar mais receita por assinante sem alterar o catálogo.

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