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E-sports01 de set. de 2026, 08:58Atualizada em 01 de set. de 2026, 23:28

FURIA cai pro G2 em São Paulo, mas coach Shaw resume: 'sensação de campeonato'

Derrota de 2 a 1 para o G2 Esports no sábado (29) encerrou a campanha da FURIA nos playoffs do VCT Americas Stage 2, em 7º-8º lugar. Antes da queda, o técnico Shaw contou como o time saiu de uma estreia amarga pra uma classificação heroica.

Por Théo Ramos · Repórter de Games

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O fim da linha em São Paulo

A queda veio no sábado (29): 2 a 1 para o G2 Esports, organização europeia que disputa a liga das Américas, na primeira rodada da chave inferior dos playoffs do VCT Americas Stage 2, em São Paulo. Com o resultado, a FURIA termina a etapa em 7º-8º lugar e vê fechada a porta direta para o Valorant Champions 2026 — pelos playoffs, só os dois finalistas do Stage 2 carimbam vaga em Xangai.

Dois dias antes, na abertura do mata-mata, o time já havia esbarrado na LOUD num 2 a 0 sem choro. Ou seja: a semana em casa, diante da torcida, acabou mais cedo do que qualquer furioso queria.

Por que essa campanha importa

Seria fácil resumir tudo a "caiu de novo". Mas o contexto conta outra história. A FURIA abriu o Stage 2 perdendo de 2 a 0 justamente para a LOUD e precisou emendar três vitórias seguidas só pra se classificar aos playoffs, como relatou a VAVEL Brasil em entrevista com o comando técnico da equipe.

"Chegar nos playoffs, para a gente, foi uma sensação como se tivéssemos ganhado o campeonato", disse o coach Shaw antes do duelo contra o G2. Ele também explicou a virada de chave tática que sustentou a arrancada: "Tivemos que nos adaptar: saímos de um meta em que tentávamos jogar em volta de um operator para um meta focado em Vandal e Phantom."

O elenco — Artzin, koalanoob, basic, Shyy e C0M — comprou a ideia, e o próprio Shaw resumiu o que é ver o plano funcionar: "Quando vejo os jogadores jogando bem com coisas que discutimos, com prioridades que definimos... é recompensador."

O que fica pro fã

Dói cair em casa, claro. Mas tem diferença entre um time que afunda e um time que aprende a se levantar no meio da temporada — e essa FURIA mostrou a segunda versão. A equipe trocou de estilo no meio do caminho, sobreviveu a um grupo pesado e levou o G2 ao terceiro mapa numa série de eliminação. Pro torcedor, a régua agora é essa: se a base do trabalho continuar, a briga de 2027, num circuito que promete ser mais aberto, encontra a FURIA mais preparada do que essa colocação final sugere.

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