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Gadgets20 de ago. de 2026, 10:33

Googlebook: Google nega anúncio em setembro, mas rumores não param

O Google confirmou que a reunião de 15 de setembro em Nova York é apenas um evento sob embargo para a imprensa, sem lançamento comercial do Googlebook. Enquanto isso, vazamentos de Acer e Dell já antecipam specs e preços do sucessor do Chromebook.

Por Bruno Vilela · Repórter de Gadgets

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O convite que animou (e enganou) a internet

Quando o Google mandou convites para a imprensa internacional para um encontro em Nova York no dia 15 de setembro, a reação foi imediata: seria ali, finalmente, a estreia comercial do Googlebook, a nova linha de notebooks que a empresa vem construindo sobre uma base Android adaptada para desktop. Só que o próprio Google entrou em campo para conter a euforia. Em comunicado oficial, a empresa foi direta: nada será anunciado no dia 15 de setembro; essa é apenas a data do evento sob embargo. Ou seja, é dia de mão na massa para jornalistas — não de anúncio público nem de data de venda.

O que já vazou sobre o Googlebook

Apesar do freio de mão puxado sobre a data, os vazamentos de hardware seguem em ritmo acelerado. O mais recente detalha o Acer Googlebook 14, já listado em varejistas europeus por algo acima de 1.000 euros. A ficha técnica aponta processador Intel Panther Lake (Core Ultra 5 325), 16 GB de RAM, SSD de 256 GB e tela OLED 2.8K a 120 Hz, além da barra luminosa Glow Bar e um NPU dedicado para IA local — elementos que sugerem um notebook pensado para brigar de igual para igual com o MacBook, não com o Chromebook básico de escola pública.

Outro nome forte no páreo é a Dell, que estaria adaptando a tradicional linha XPS 13 para o novo padrão. Registros no Geekbench indicam um modelo com Qualcomm Snapdragon X Elite, 32 GB de RAM e tela OLED touch de 13,4 polegadas. Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo aparecem como parceiros de lançamento confirmados.

Vale esperar o preço no Brasil?

Essa primeira leva de Googlebooks está mirando o segmento super-premium, com preços de entrada que já passam de mil euros na Europa. Antes de qualquer conversão para reais e impostos de importação, dá pra prever que não será um notebook popular. O próprio Google garante que opções mais baratas devem chegar com o tempo — mas isso é promessa para depois, não para 15 de setembro.

Por ora, o que fica é a confirmação de que o evento em Nova York serve para jornalistas colocarem a mão no hardware, sem data de venda cravada. A pergunta que baterá com força quando o cronograma comercial enfim aparecer é a de sempre: será que o Brasil entra na primeira onda, ou vamos esperar mais um ciclo até esses Googlebooks pousarem por aqui com selo Inmetro e preço final?

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