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Gadgets26 de set. de 2026, 16:40

Hisense lança TV de 100 polegadas com som de 330 W da Devialet

A Hisense levou à China a TV U7T Pro, que chega a 100 polegadas com som de 330 W assinado pela Devialet e taxa de atualização de até 180 Hz.

Por Bruno Vilela · Repórter de Gadgets

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A trocada de escala

A Hisense, fabricante chinesa de eletrônicos que disputa o mercado global de TVs com Samsung e LG, apresentou na China a linha U7T Pro — e o destaque é o modelo de 100 polegadas, o maior da série. A ideia por trás dele não é só ter uma tela gigante, mas recriar em casa a experiência sonora e visual de uma sala de cinema.

Tela que joga bem

A U7T Pro usa painel Mini-LED com RGB, resolução 4K e taxa de atualização de até 180 Hz nativa — sobe para 360 Hz num modo que reduz a resolução, pensado para jogos competitivos. O modelo topo de linha chega a 6.912 zonas de dimerização e cobre 103% do espaço de cor BT.2020, com revestimento antirreflexo. Para efeito de comparação, é uma evolução direta sobre painéis Mini-LED comuns, que costumam ficar na casa das 2 a 3 mil zonas.

Som que leva assinatura francesa

O sistema de áudio foi desenvolvido com a Devialet, fabricante francesa conhecida por caixas de som premium. No modelo de 100 polegadas, são 18 alto-falantes em configuração 4.2.2 canais e potência total de 330 W; as versões menores (65", 75" e 85") usam configuração 4.1 canais com 180 W.

Foto: reprodução/gizmochina.com

Ficha técnica para quem joga

A TV roda com chip MediaTek 9655, 4 GB de RAM e até 128 GB de armazenamento no modelo de 100". Traz Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e quatro entradas HDMI 2.1 de banda cheia (48 Gbps), com VRR, ALLM e AMD FreeSync Premium Pro — recursos voltados a quem joga em console ou PC.

Vale o preço no Brasil?

Na China, os preços variam de 12.499 yuans (cerca de R$ 9,5 mil) no modelo de 65" a 30.499 yuans (por volta de R$ 23,2 mil) no de 100". A Hisense não confirmou chegada da linha ao Brasil, e os valores em reais são só conversão direta — sem impostos de importação nem margem de revenda local, que costumam dobrar o preço de eletrônicos chineses por aqui. Por ora, fica a régua de comparação para quando (e se) a TV desembarcar no mercado brasileiro.

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