
iPhone 18 pode chegar em 2027 com bateria maior e preço mais salgado
Rumor de um leaker chinês aponta que o iPhone 18 básico virá com bateria maior e chip mais avançado, mas também com aumento de preço. A Apple já subiu US$ 100 a linha atual em setembro.
Por Bruno Vilela · Repórter de Gadgets
O que o rumor diz
Um post no Weibo (rede social chinesa usada por leakers do mercado de tecnologia) do vazador Digital Chat Station, encontrado pelo site 9to5Mac e noticiado pelo The Verge, afirma que o iPhone 18 básico vai chegar com duas mudanças relevantes: bateria maior e um chip A20 novo, fabricado em processo de 2 nanômetros. A contrapartida, segundo o mesmo vazamento, é um aumento de preço.
Na prática, isso significa pegar o iPhone no bolso o dia inteiro sem aquele sufoco de ficar correndo pro carregador às 18h — se a promessa de bateria maior se confirmar, claro. É o tipo de upgrade que não aparece bonito em keynote, mas que muda a relação do usuário com o aparelho no dia a dia.
Fica de fora da Dynamic Island menor
Um detalhe que separa as famílias dentro da própria linha: o iPhone 18 padrão não deve ganhar a Dynamic Island reduzida que está reservada para as versões Pro e Pro Max. Ou seja, a Apple continua empilhando diferenças entre o modelo de entrada e os topo de linha, prática que já era visível entre o iPhone 17 e o iPhone 17 Pro.
Quando chega e com quem
O iPhone 18 não entrou na leva de lançamentos do outono americano deste ano — ele é esperado para o início de 2027, junto com a segunda geração do iPhone Air e o iPhone 18e, a versão mais barata da família. É o mesmo calendário fatiado que a Apple vem adotando: separa os lançamentos em vez de jogar tudo de uma vez em setembro.
O preço que ninguém quer pagar de novo
O vazador não arriscou um número exato de quanto o preço subiria, mas o histórico recente ajuda a entender o tamanho da preocupação: a Apple já reajustou toda a linha iPhone 17 em US$ 100 em setembro, incluindo o modelo padrão. Google e Samsung, fabricantes concorrentes também afetadas pela escassez global de memória RAM e outros componentes, fizeram o mesmo movimento nos últimos doze meses. Mesmo com preços mais altos, a Apple registrou vendas recordes de iPhone na semana anterior a este rumor, o que sugere que o apetite do consumidor não diminuiu — pelo menos nos Estados Unidos.
No Brasil, onde o iPhone já carrega impostos e margem de importação bem acima do preço americano, qualquer aumento de US$ 100 na origem tende a se multiplicar na etiqueta final. Vale a pena esperar bateria maior e chip mais eficiente se isso significar pagar ainda mais caro por um aparelho que já é artigo de luxo por aqui?