
Logitech lança MX Master 4 com visual de código pra programador
A edição Developer Edition do mouse topo de linha da Logitech traz gravações de "Hello, World" e referências a código na carcaça, pelo mesmo preço da versão padrão.
Por Bruno Vilela · Repórter de Gadgets
A mesma engenharia, outra casca
A Logitech, fabricante suíça de periféricos, lançou o MX Master 4 Developer Edition em 29 de outubro — uma versão especial do mouse topo de linha que não muda nada embaixo do capô. Sensor óptico Darkfield de 8.000 DPI (rastreia até em vidro), roda de rolagem MagSpeed eletromagnética de até 1.000 linhas por segundo, feedback háptico, botão configurável Action Ring e conectividade multi-dispositivo via Bluetooth ou Logi Bolt: tudo igual ao MX Master 4 comum, lançado no fim de 2025.
O que muda é a estética
A diferença está no acabamento: esquema de cores em dois tons de cinza com detalhes em verde vibrante, e gravações a laser na carcaça remetendo à cultura de programação. Tags como "//" e "</>", linhas que imitam circuitos, a clássica instrução "Hello, World", a referência "0xFF + 1" (ao Dia do Programador) e "09.17" (tributo ao lançamento do kernel Linux) completam o design temático.
Preço e disponibilidade
A Developer Edition custa US$ 120 nos EUA — o mesmo valor da versão padrão do MX Master 4 — e já está disponível internacionalmente, em edição limitada enquanto durarem os estoques. Não há, até agora, confirmação de chegada ao catálogo brasileiro da Logitech. Como referência, o MX Master 4 convencional chegou ao Brasil em outubro de 2025 com preço sugerido de R$ 799,99.
Vale o preço no Brasil?
Tecnicamente, não existe motivo pra pagar mais por essa edição — a experiência de uso é idêntica à do MX Master 4 normal, a não ser pela estética. Isso é bom e ruim: bom porque não há o "imposto de edição especial" visto em outros produtos, ruim porque quem já tem o modelo padrão não ganha nenhuma função nova pra justificar a troca. Se a Logitech trouxer a Developer Edition pro Brasil pelo mesmo patamar de preço do MX Master 4 regular, vale pra quem gosta da estética e passa o dia no terminal — mas é decisão de gosto, não de performance.