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Gadgets30 de set. de 2026, 01:33

Pixel 11a vazado: Google aposta em câmera arredondada e Tensor G6

Renders atribuídos ao vazador OnLeaks e publicados pelo site especializado em rumores Android Headlines mostram um Pixel 11a com design quase idêntico ao do Pixel 10a, mudando só o formato da câmera traseira. Por baixo do capô, a aposta é o novo chip Tensor G6.

Por Bruno Vilela · Repórter de Gadgets

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O que vazou

As primeiras imagens do Google Pixel 11a começaram a circular e, se você é fã de dramas de design, vai se decepcionar. Os renders, atribuídos ao vazador de renderizações OnLeaks e publicados pelo site especializado em rumores de tecnologia Android Headlines, mostram um aparelho que repete quase à risca a fórmula visual do Pixel 10a e do Pixel 9a antes dele: sem barra de câmera protuberante, corpo reto e dimensões praticamente idênticas às do modelo anterior.

A única mudança visual perceptível está no módulo da câmera traseira, que ganha um formato oval mais curto e arredondado do que o visto no Pixel 10a. É pouco — mas é o suficiente para confirmar que o Google não pretende reinventar a linha "a" tão cedo.

Foto: reprodução/androidpolice.com

Cores e acabamento

Segundo os vazamentos, a linha de cores deve trazer preto, prata, verde e roxo, com o tom roxo aparecendo com destaque nos renders — um aceno a quem sentia falta dessa opção na paleta mais recente da série.

O que muda por dentro

A notícia relevante mora no hardware, não na casca. O Pixel 11a deve estrear o Tensor G6, substituindo o Tensor G4 do Pixel 10a — o mesmo processador que equipa o Pixel 11 "principal", segundo apurou o Android Headlines. As câmeras traseiras, por outro lado, tendem a ser repaginadas apenas na moldura: os sensores principal e ultrawide devem seguir os mesmos do modelo anterior. O lançamento é esperado para a primavera do hemisfério norte, repetindo o calendário dos últimos lançamentos da série A.

Pixel 10a como referência

O exercício de comparação é inevitável: o Pixel 10a chegou com um design que já era, ele mesmo, uma repetição segura da fórmula anterior. Repetir a receita de novo sinaliza que o Google enxerga a linha "a" como um produto de reposição de chip, não de reinvenção estética — parecido com o que a Apple faz com o iPhone SE em anos alternados.

Vale o preço no Brasil?

Ainda é cedo para falar de preço — e mais cedo ainda para falar de chegada oficial ao Brasil, onde o Google historicamente atrasa (ou nem lança) as versões "a" da linha Pixel. Mas o racional de sempre se repete: se a promessa é comprar essencialmente o mesmo desempenho do Pixel 11 por um valor mais baixo, com câmera e design herdados do ano anterior, o apelo está na atualização de processador, não na fachada. Por ora, é rumor — mas um rumor com nome, ângulo e cor definidos.

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