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Gadgets04 de set. de 2026, 08:39

RugOne Xsnap 7 Pro é celular robusto com câmera de ação destacável

O aparelho da RugOne tem certificação IP68/IP69K, bateria de 9.300 mAh e um módulo de câmera magnético que se solta do corpo para funcionar como action cam independente.

Por Bruno Vilela · Repórter de Gadgets

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A ideia: parar de carregar dois aparelhos

Quem pratica esporte de aventura geralmente carrega o celular numa bolsa estanque e a action cam presa no capacete ou no peito. A RugOne, marca de celulares reforçados ligada à fabricante chinesa Ulefone, tentou resolver isso com o Xsnap 7 Pro: um dos três módulos da câmera traseira se destaca do corpo do aparelho — por ímã — e vira uma câmera de ação avulsa.

O módulo pesa 39 gramas, grava até 2,7K a 30 quadros por segundo com campo de visão de 133 graus, tem 64 GB de armazenamento próprio e autonomia de até 40 minutos rodando sozinho, longe do celular. No corpo do telefone ficam uma câmera principal de 50 MP com estabilização óptica e uma câmera de visão noturna infravermelha de 64 MP.

Números que sustentam o "resistente"

O aparelho tem tela de 6,67 polegadas com até 120 Hz e 1.700 nits de brilho, processador MediaTek Dimensity 8400 e bateria de 9.300 mAh — a RugOne promete até 800 minutos de gravação total somando corpo e módulo. As certificações IP68 e IP69K cobrem submersão de até dois metros por 30 minutos e resistência a jatos de água a alta pressão e temperatura; a marca também alega suportar queda de 1,5 metro sobre concreto.

Vale o preço no Brasil?

O pré-lançamento no Kickstarter começa em 7 de setembro, com preço promocional de 799 euros. No varejo, a previsão é US$ 999 nos EUA e € 1.099,99 na Europa a partir de outubro, sem data ou canal oficial de venda anunciados para o Brasil. É um preço de topo de linha comparável a um iPhone ou Galaxy S, mas competindo num nicho estreito — quem quer celular reforçado e action cam ao mesmo tempo tende a já ter uma GoPro ou um celular rugged mais barato. Sem distribuidor local nem previsão de homologação da Anatel, o caminho até aqui deve ser importação, com imposto e frete somados ao valor já salgado em dólar.

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