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Mercado16 de set. de 2026, 15:16

TIM registra 44 mil conexões simultâneas no Rock in Rio com show de Demi Lovato

Operadora movimentou quase 200 TB de dados nos sete dias de festival, com 5G respondendo por mais de 60% do tráfego nos picos de demanda.

Por Otávio Meireles · Repórter de Mercado

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O número que importa

44 mil conexões simultâneas. Foi o pico de acessos à rede da TIM registrado em 12 de setembro, durante a apresentação da cantora Demi Lovato no Rock in Rio 2026 — um dos momentos de maior concentração de público na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. O dado mostra o tamanho do desafio de manter conectividade estável quando dezenas de milhares de pessoas tentam postar stories ao mesmo tempo.

O volume de dados do festival

Foto: reprodução/exame.com

Ao longo dos sete dias de evento, a rede da TIM transmitiu quase 200 terabytes de dados — o equivalente a cerca de 525 mil horas de vídeo em alta definição, ou mais de 60 anos de conteúdo contínuo. O dia 12 de setembro, data do show de Demi Lovato, também foi o de maior consumo isolado: 33 TB em 24 horas, com um pico de 3,2 TB transferidos em uma única hora no momento de maior público.

A tecnologia por trás do número

O 5G foi protagonista: respondeu por mais de 60% de todo o tráfego nos períodos de pico, com velocidades de download superando 1 Gbps. Para sustentar essa demanda, a TIM instalou mais de 120 antenas inteligentes distribuídas pelo espaço do festival, combinando diferentes frequências e soluções de cobertura integradas à estrutura arquitetônica do evento — com monitoramento contínuo da rede durante toda a semana de shows.

Quem puxou mais tráfego

No Palco Mundo, o show de maior consumo de dados foi o do grupo sul-coreano Stray Kids, seguido por Maroon 5, Elton John, Alok e Demi Lovato. Nos palcos menores, destaque para João Gomes no Sunset e MC Cabelinho no Favela Space.

Quem ganha e quem perde

A TIM ganha vitrine técnica num evento de visibilidade nacional, reforçando o discurso comercial de liderança em 5G num momento de disputa acirrada com concorrentes por participação de mercado móvel. Quem ganha também é o público, que teve conectividade sem colapsos generalizados mesmo em picos de dezenas de milhares de acessos simultâneos — um cenário que já travou redes de outros grandes eventos no passado. Fica a pergunta de mercado: a infraestrutura pesada mobilizada para um evento pontual como o Rock in Rio mostra capacidade real da operadora, mas o desafio segue sendo sustentar esse padrão de qualidade no dia a dia, fora da vitrine.

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