VINI completa mil mapas jogados pela Imperial
Capitão chegou à marca histórica no fim de semana e se tornou o único remanescente do projeto Last Dance, liderado por FalleN em 2022.
Por Larissa Kimura · Repórter de e-sports
Mil mapas e uma história só dele
Vinicius “VINI” Figueiredo, de 27 anos, completou 1.000 mapas jogados pela Imperial — equipe brasileira que, nos últimos anos, se tornou sinônimo de reconstrução e resiliência no CS2 nacional. A marca não é só estatística: ela resume a trajetória de um jogador que entrou no projeto como peça entre várias e saiu dele como o único remanescente, hoje na cadeira de capitão.
Para quem só chegou agora
VINI chegou à Imperial em 2022, quando a organização montou o projeto “Last Dance”, liderado por Gabriel “FalleN” Toledo, um dos nomes mais vitoriosos da história do CS brasileiro. A ideia era reunir veteranos para uma última grande campanha internacional. O tempo passou, peças do elenco mudaram, mas VINI ficou — e, no caminho, trocou de função dentro do time até assumir a capitania.
Altos e baixos até aqui
A passagem de VINI pela Imperial não foi uma linha reta. Ele atravessou períodos difíceis, especialmente na primeira metade deste ano, mas também esteve presente nos momentos de virada da equipe, incluindo a recente campanha que ajudou a Imperial a confirmar presença no Major de Singapura. Chegar a mil mapas por uma única organização, em um cenário de rotatividade constante de elenco, é um feito raro mesmo entre os jogadores mais experientes do CS2.
O que vem no calendário
Com a vaga no Major de Singapura já garantida, a Imperial de VINI ainda tem a decisão da Gamers Club Masters VII pela frente, contra a DENDELE. Para o torcedor que acompanha o time desde o início do projeto Last Dance, a marca de mil mapas chega como lembrete de que, apesar das trocas no elenco, pelo menos uma peça resistiu a tudo — e segue competindo pelo título nacional e por resultados no mundial que se aproxima.